A pesquisa translacional constrói a ponte entre a descoberta científica e a sua aplicação prática na saúde — da bancada ao leito, e do leito à população. Ela reúne cientistas, clínicos e gestores em um processo contínuo, organizado em quatro fases.
O continuum translacional: cada fase aproxima a descoberta do benefício concreto ao paciente e à sociedade.
T2 prova que a intervenção funciona em humanos (eficácia); T3 estuda como fazê-la funcionar no mundo real (implementação).
Da fisiologia entero-hormonal (T1) aos ensaios cirúrgicos (T2), protocolos como o ACERTO (T3) e políticas de acesso (T4).
Porque observações clínicas geram novas perguntas de bancada — o continuum não é linear.
Texto de Francisco Tustumi, cirurgião do aparelho digestivo (FMUSP), editor associado da ABCD.
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